
O Goiatuba Esporte Clube segue aguardando a liberação de recursos do Executivo municipal para manter o planejamento da temporada. Mesmo com o projeto aprovado pela Câmara, o repasse ainda não foi realizado — e a demora já é vista, nos bastidores, como falta de interesse do prefeito Alberto Ribeiro em efetivar o apoio ao clube.
Aprovado na última semana, o Projeto de Lei nº 2.934/2026 autoriza o repasse ao Azulão para ajudar na manutenção e no crescimento da equipe. A votação contou com apoio unânime dos vereadores e mobilizou torcedores e a população, que compareceram em peso à Câmara em defesa do time.
O cenário é claro: vereadores, torcida, população e lideranças que participaram da reconstrução do clube — a exemplo do ex-prefeito Zezinho Vieira — estão do mesmo lado. O Goiatuba quer avançar, a cidade apoia e o Legislativo aprovou. Ainda assim, o apoio segue sem sair do papel.
Outro ponto que chama atenção é que o recurso autorizado representa cerca de apenas 3% da receita do município — um percentual considerado pequeno diante da importância do clube para a cidade.
Nos bastidores, a leitura é de que o prefeito não quer acompanhar o entendimento da Câmara, muito menos o sentimento popular de que o Azulão é parte da identidade de Goiatuba. Mais do que um time, o Goiatuba Esporte Clube é patrimônio da cidade — uma paixão que atravessa gerações e mobiliza milhares de torcedores.
Na prática, o que se vê é um clube em plena ascensão, organizado e respaldado por uma torcida fiel e engajada, aguardando uma decisão que insiste em não acontecer — o que amplia a cobrança e escancara a falta de sensibilidade do chefe do Executivo diante do que o time representa para a população.
Entre os apaixonados pelo Azulão, o recado é direto: que o prefeito repense a decisão e faça as pazes com o bom senso.
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