8 de dezembro de 2021

Goiás lidera geração de emprego no Brasil

A indústria de transformação e o agronegócio foram os principais responsáveis pela geração de novos empregos em Goiás, no primeiro trimestre de 2016. De acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), em março foram gerados 3.331 empregos celetistas no Estado, o que equivale à expansão de 0,28% em relação ao estoque de assalariados com carteira assinada do mês anterior. Os setores de atividade que mais contribuíram para esta expansão foram a agropecuária (+ 1.608 postos de trabalho) e a indústria de transformação, que gerou 1.559 novas vagas.

A indústria extrativa mineral criou 60 vagas de trabalho formal, o que corresponde a um crescimento de 0,70%, seguido do segmento de serviços industriais de utilidade pública (83), e da administração pública (10 vagas).

Segundo o Caged, na série ajustada, que incorpora as informações declaradas fora do prazo, nos três primeiros meses do ano houve aumento de 5.392 postos (+0,45%). O resultado do último trimestre é melhor do que o de março de 2014, quando foram registrados 2.098 novos postos de trabalho. Em relação ao comportamento do nível de emprego por ramo de atividade econômica, o Caged mostra que a indústria de transformação apresenta sinais de recuperação, tendo sido responsável por 1.559 novas vagas (+0,64%).

No ranking dos municípios goianos que apresentaram resultado positivo entre admissões e demissões destacam-se Cristalina (1°), com saldo positivo de contratações 12,98%, Goiatuba (4,94%) e Quirinópolis (4,69%). Os três municípios são referência no agronegócio em Goiás. Dos 246 municípios goianos, a melhor posição no ranking do emprego é de Cristalina, onde foram admitidos 1.931 trabalhadores e demitidos 500, representando um saldo positivo de 1.431 postos.

Entre os quatro estados que registraram saldo positivo na geração de empregos celetistas, em março, Goiás ficou em 2º lugar, atrás apenas do Rio Grande do Sul.

Já no    que se refere ao trimestre, o estado ocupa o 3º lugar nacional, perdendo apenas para o Rio Grande do Sul e Mato Grosso, de acordo com estatísticas do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho e Previdência Social.

A média nacional de emprego do Brasil apresentou recuo de 0,30% em março (-118.776 postos de trabalho) e de 0,80% (-319.150) no acumulado do ano.Os dados do Caged de março são fruto de 1.374.485 contratações e 1.493.261 demissões no período. No primeiro trimestre deste ano, o saldo de postos fechados é de 319.150, com ajuste, ou seja, incluindo informações passadas pelas empresas fora do prazo. No acumulado dos últimos 12 meses, o País encerrou março sem 1.853.076 vagas, com ajuste.

 

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