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Polícia Federal prende grupo que planejava ataque terrorista na Olimpíada

A Polícia federal prendeu nesta quinta-feira (21) um grupo suspeito de planejar um ataque terrorista durante a Olimpíada do Rio de Janeiro, que começa no próximo dia 5. O serviço de Inteligência do governo brasileiro identificou um grupo que planejava atos de terrorismo no evento. Eles foram cooptados por facções extremistas por meio da internet.

O ministro da Justiça, Alexandre de Moares, convocou uma entrevista coletiva para prestar mais esclarecimentos sobre o ocorrido, na sede da pasta, em Brasília.

Nos últimos dias, a preocupação com terrorismo nos Jogos cresceu, principalmente em razão do atentado em Nice, na França. O ministro do Gabinete de Segurança Institucional, general Sérgio Etchegoyen, chegou a dizer que a preocupação com o tema havia “subido de patamar”.

 

Nota oficial

O Juízo da 14ª Vara Federal de Curitiba, por meio da Seção de Comunicação Social Da Seção Judiciária do Paraná, esclarece que:

A Operação “Hashtag”, deflagrada pela Polícia Federal na manhã desta quinta-feira (21/7), investiga possível participação de brasileiros em organização criminosa de alcance internacional, como uma célula do Estado Islâmico no país. Foram expedidos 12 mandados de prisão temporária por 30 dias podendo ser prorrogados por mais 30.

Informações obtidas, dentre outras, a partir das quebras de sigilo de dados e telefônicos, revelaram indícios de que os investigados preconizam a intolerância racial, de gênero e religiosa, bem como o uso de armas e táticas de guerrilha para alcançar seus objetivos.

Os artigos 3º e 5º da Lei 13.260, de 16 de março de 2016, que disciplina o terrorismo prevêem como crime:

Art. 3º: “Promover, constituir, integrar ou prestar auxílio, pessoalmente ou por interposta pessoa, a organização terrorista” e art. 5º: Realizar atos preparatórios de terrorismo com o propósito inequívoco de consumar tal delito”.

Para assegurar o êxito da Operação e eventual realização de novas fases, os nomes dos presos, atualmente sob custódia da Polícia Federal, não serão divulgados neste momento. O processo tramita em segredo de Justiça.

 

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Teresa Cristina [Teka]

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